quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O Corjesuense não pode esquecer.




Parece que foi ontem. O Corjesuense andava rezando para que o mandato do Antônio Cordeiro de Faria terminasse. Não aguentava mais ver o município entregue a Vereadores e Assessores que continuam se enriquecendo com a pobreza do povo. Quem não se lembra de quantos meses o senhor TUNIN CORDEIRO não sentava na cadeira de prefeito! E os despachos eram feitos em Belo Horizonte, Montes Claros e até nas fazendas de amigos. Nunca esquecendo das viagens internacionais. O mais hilariante é que na Lei Orgânica do Município - artigo 209 - está claro que o prefeito não pode se afastar mais de quinze dias. E o mais engraçado, o vice-prefeito,na época, - PULQUERIO RABELO DA CONCEIÇÃO - nunca exigia substitui-lo preferindo curtir a sua fazendinha. E os Vereadores não se reuniam para cassá-lo. É de fazer até estátua rir quando ainda tem corjesuense que se curva diante do Tunin Cordeiro o chamando de DOUTOR e recebendo esmola prometendo votar em quem ele indicar. Ora, são vinte e seis anos de esnobação com duas emissoras de rádio,uma cerâmica e fazendas. E o povo aplaude as ações de desvios de milhares de reais. Afinal, quem é mais corrupto: o eleitor ou ex-prefeito que a Justiça condenou por corrupção!
Veja a seguir o que o povo, com medo de perseguição, no anonimato distribuía pelas ruas todos os meses. Será que o verdadeiro eleitor corjesuense quer tudo isso de volta? 

Todos os meses, o povo demonstrava a sua revolta. 
Nada mudou. As maioria continua usufruindo do dinheiro do povo.



Desde 2005 que existe uma ação popular cujo o pedido é fazer com que o Antônio Cordeiro de Faria pare de matar o rio Cana-brava. 


Quando a coisa apertava na administração, o Tunin chamava um estranho para resolver. Veja quanto ganhava por alguns dias de trabalho. O verdadeiro corjesuense não merecia e nem merece a confiança do Tunin. 


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